«O socialismo morreu em 1989, mas poderia dizer-se que o liberalismo tinha morrido quase um século antes. (…)O que se segue, então? Este é o tema dos ensaios deste volume. Escolhi a palavra liberalismo para descrever uma possível agenda para o futuro, mas não dou muito pela terminologia. O que interessa é a substância das políticas. Ela tem a ver, na minha opinião, com o fortalecimento das oportunidades de vida dos indivíduos. (…)Este livro não é um exercício de política partidária. É, pelo contrário, um exercício sobre pensamento programático, o qual é simultaneamente radical e institucional. (…) O que tenho em mente é um reformismo que vá às raízes dos direitos humanos e dos desejos humanos, mas que use as instituições, em vez de tentar destruí-las.»
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