Foi há 50 anos, a 10 de Outubro de 1967, que o mundo viu finalmente o seu cadáver, deitado numa maca, com os olhos entreabertos, vidrados. Depois de dois anos de mistério e rumor, ali estava, na lavandaria do hospital de Nossa Senhora de Malta da vila de Vallegrande, no sopé dos Andes bolivianos: era o médico argentino Ernesto Guevara, aliás “Che” Guevara, o “Che”, o ex-ministro do ditador cubano Fidel Castro, o homem que todos tinham esperado ver, a qualquer momento, irromper das selvas para fazer da América Latina um enorme Vietname, capaz de absorver a última gota do poder e prestígio dos EUA. Com ele, no sul da Bolívia, morria a grande ilusão castrista de revolucionar o continente a partir de uma ilha das Caraíbas protegida pela União Soviética.
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